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Aquisições Recentes
1. Meu Nome é Vermelho

Autor: Orhan Pamuk

Resumo: Meu nome é Vermelho alia narrativa policial, uma história de amor proibida e reflexões sobre as culturas do Ocidente e do Oriente. A trama se passa em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da Hégira (a fuga de Maomé para Meca), o sultão encomenda um livro que representasse a riqueza do Império Otomano, que naquele momento vivia seu apogeu. Para provar a superioridade do mundo islâmico, porém, as imagens deveriam ser feitas com as novíssimas técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando uma onda de intrigas que culmina no assassinato de um dos artistas que trabalhava nas iluminuras do livro. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre o Negro, artesão que voltara a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. Construída por dezenove narradores -entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas.
Editora: Companhia das Letras

2. A Intimação

Autor: John Grisham

Resumo: Ray Atlee, advogado da Virgínia, precisa solucionar um caso muito pessoal. O juiz Reuben, pai de Ray, o convoca, juntamente com o irmão mais novo para uma reunião onde discutirão a administração de seus bens. O irmão de Ray, Forrest, é a ovelha negra da família.
No dia combinando, Ray chega mais cedo à decadente mansão do pai e o encontra morto no sofá, ao lado de um pacote de morfina. O testamento estava sobre a escrivaninha, colocando-o como inventariante dos poucos bens. Descobre uma fortuna em espécie e decide investigar a origem do dinheiro.

3. 1984

Autor: George Orwell

Resumo: De nada adianta a impaciência ou qualquer outro sentimento que possa distrair o golfista. Para blindar-se contra isso, ele deve refinar sua percepção eis a primeira regra, que, segundo o grande mestre da espiritualidade contemporânea, o médico indiano radicado nos EUA, Deepak Chopra, assemelha o golfe ao inevitável jogo da vida, no título que agora chega às livrarias brasileiras, Golfe sete lições para o jogo da vida. De modo romanceado, Chopra une a sabedoria do hinduísmo, da ioga e das técnicas de meditação à prática do golfe para ensinar através de seu protagonista, Adam sete lições diretas e bem-humoradas, que não apenas apontam uma nova maneira de jogar nos campos, mas também uma abordagem mais espiritualizada do cotidiano.

4. O Corvo que Falava com Deus

Autor: Christopher Foster

Resumo: Joshua é um jovem corvo que, ao contrário de seus pares, acredita que a vida é algo mais do que simplesmente comer, dormir e brincar. Para ele, existe um propósito especial, algo maior que ele deve encontrar, mas que ainda não sabe o que é nem onde está. Tudo o que se pode fazer é confiar em seus instintos, ouvir a intuição e seguir o seu destino.
Explorando temas como a morte e a perda, o poder de silêncio, o significado do lar, a função do ser, Christopher Foster traça passo a passo a trajetória do herói, desde o momento em que deixa o ninho e desbrava o mundo para viver experiências desafiadoras em busca da verdadeira realização.
Escrita com amor e sabedoria para todas as idades, esta fábula fala sobre a importância de seguir e realizar seu sonho, lembra que a única realidade é a alegria do momento presente e mostra que a solução para os nossos problemas pode ser encontrada dentro da quietude de nosso próprio coração. Um convite à serenidade e à alegria.

5. A Lição Final

Autor: Randy Pausch

Resumo: Informado por seu médico que teria apenas 6 meses de vida por causa de um câncer, o professor Randy Pausch compareceu ao Carnegie Mellon University para apresentar sua palestra final, intitulada Concretizando realmente seus sonhos de criança. Cinqüenta dias depois, mais de 25 milhões de pessoas já conheciam o professor e seu trabalho e o haviam acolhido em seus corações.Um fenômeno editorial que mostra o sentido da luta pela vida.

6. A revolução dos bichos

Autor: George Orwell

Resumo: Escrita em plena Segunda Guerra Mundial e publicada em 1945 depois de ter sido rejeitada por várias editoras, essa pequena narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista.
De fato, são claras as referências: o despótico Napoleão seria Stálin, o banido Bola-de-Neve seria Trotsky, e os eventos políticos - expurgos, instituição de um estado policial, deturpação tendenciosa da História - mimetizam os que estavam em curso na União Soviética.
Com o acirramento da Guerra Fria, as mesmas razões que causaram constrangimento na época de sua publicação levaram A revolução dos bichos a ser amplamente usada pelo Ocidente nas décadas seguintes como arma ideológica contra o comunismo. O próprio Orwell, adepto do socialismo e inimigo de qualquer forma de manipulação política, sentiu-se incomodado com a utilização de sua fábula como panfleto.
Depois das profundas transformações políticas que mudaram a fisionomia do planeta nas últimas décadas, a pequena obra-prima de Orwell pode ser vista sem o viés ideológico reducionista. Mais de sessenta anos depois de escrita, ela mantém o viço e o brilho de uma alegoria perene sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. É irônico que o escritor, para fazer esse retrato cruel da humanidade, tenha recorrido aos animais como personagens. De certo modo, a inteligência política que humaniza seus bichos é a mesma que animaliza os homens.
Escrito com perfeito domínio da narrativa, atenção às minúcias e extraordinária capacidade de criação de personagens e situações, A revolução dos bichos combina de maneira feliz duas ricas tradições literárias: a das fábulas morais, que remontam a Esopo, e a da sátira política, que teve talvez em Jonathan Swift seu representante máximo.

7. O Último Jurado

Autor: John Grisham

Resumo: Em 1970, um dos jornais mais coloridos do Misissipi, The Ford County Times, entrou em falência. Para surpresa e desânimo de muitos, sua posse foi assumida por um cara de 23 anos especialista em cabular aulas na faculdade, chamado Willie Traynor. O futuro do papel parecia sombrio até que uma jovem mãe foi brutalmente estuprada e assassinada por um membro da notória família Padgitt. Willie Traynor reportou todos os horrendos detalhes e seu jornal começou a prosperar. O assassino, Danny Padgitt, havia sido julgado antes numa corte judicial em Clanton, Misissipi. O julgamento teve um final assustador e dramático quando o réu ameaçou vingança contra os jurados se eles o condenassem. Não obstante, eles acharam-no culpado, e ele foi condenado à vida em prisão. Mas em Misissipi em 1970, "vida" necessariamente não significava "vida"...

8. Quem Matou Che Guevara: o Seu Delator Estava no Brasil

Autor: Saulo Gomes

Resumo: O grande mérito deste livro é trazer a público, rompendo 35 anos de silêncio, o depoimento exclusivo do homem que, seguindo ordens, tirou a vida de Che. A obra revela ainda que houve uma delação, a qual motivou o processo de perseguição ao guerrilheiro, envolvendo agentes do DOPS do Brasil, do exército da Bolívia e da CIA, serviço secreto dos Estados Unidos da América.

9. O mito do advogado

Autor: Walter Bennett

Resumo: A imagem do advogado é, com freqüência, a de um manipulador ambicioso e cínico na escalada em direção ao poder. Bennett usa sua experiência como advogado, juiz e professor de direito, bem como histórias orais de advogados e juízes, em sua exploração de como e por que a profissão de advogado perdeu sua mitologia dignificante. Usando de modo eficaz exemplos extraídos da história, filosofia, psicologia, mitologia e literatura, mostra que a perda do profissionalismo não depende apenas do surgimento de estratégias do tipo vencer a qualquer custo e da luta pelo enriquecimento pessoal. É algo mais profundo: uma perda da comunidade profissional e da alma da profissão. Bennett identifica os velhos mitos heróicos dos advogados americanos e mostra como eles forneceram os valores do profissionalismo até a metade do século passado.

10. O médico

Autor: Rubem Alves

Resumo: Pensar é estar doente dos olhos”, disse Alberto Caeiro. Pode ser que você ainda não tenha se dado conta disso, mas o fato é que todas as coisas belas do mundo são filhas da doença. O homem cria a beleza como remédio para a sua doença, como bálsamo para o seu medo de morrer. Pessoas que gozam saúde perfeita não criam nada. Se dependesse delas, o mundo seria uma mesmice chata. Por que haveriam de criar? A criação é fruto de sofrimento.

 

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